terça-feira, 9 de março de 2010

vida

Pedala e encha os pulmões de ar.
Pedala e sinta o vento da vida no rosto.
Pedala que a vida ultrapassa as rodas, o aro, o metal.
O sangue não anda, corre nas veias.

2 comentários:

wagner disse...

Lendo essa poesia me encentivou a pedalar quanto tempo não pedalo e quando estiver pedalando é isso ai sei que vou sentir o vento da vida não tem coisa melhor. Um grade abraço

fatima disse...

O poeta é assim, faz com que os outros encontrem o cominho, se consolem com as próprias dores, sejam seguidores.
Gosto da sua louca sanidade que se parece com a minha.
bjs
Fátima