Pedala e encha os pulmões de ar. Pedala e sinta o vento da vida no rosto. Pedala que a vida ultrapassa as rodas, o aro, o metal. O sangue não anda, corre nas veias.
Lendo essa poesia me encentivou a pedalar quanto tempo não pedalo e quando estiver pedalando é isso ai sei que vou sentir o vento da vida não tem coisa melhor. Um grade abraço
O poeta é assim, faz com que os outros encontrem o cominho, se consolem com as próprias dores, sejam seguidores. Gosto da sua louca sanidade que se parece com a minha. bjs Fátima
Bater a poeira e começar tudo de novo. Pode ser uma prova que foi mal, Uma foto que saiu desfocada, Um mal-entendido no trabalho. Amores que morrem, que nascem, que nunca existiram. A vida é esse emaranhado de efemeridades mesmo. O que se pode fazer? Jornalista, amante e protetora dos animais... Amante e surpresa com as surpresas da vida. Ando com fé, porque ela nao costuma falhar.
2 comentários:
Lendo essa poesia me encentivou a pedalar quanto tempo não pedalo e quando estiver pedalando é isso ai sei que vou sentir o vento da vida não tem coisa melhor. Um grade abraço
O poeta é assim, faz com que os outros encontrem o cominho, se consolem com as próprias dores, sejam seguidores.
Gosto da sua louca sanidade que se parece com a minha.
bjs
Fátima
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